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sábado, 21 de junho de 2014

TURISMO E COPA DO MUNDO NO BRASIL - REDE HOTELEIRA COMEMORA TAXA DE OCUPAÇÃO MUITO ACIMA DAS EXPECTATIVAS

O presidente da Embratur, Vicente Neto, informou, na última quinta-feira (19/06) durante coletiva de imprensa no Centro Aberto de Mídia João Saldanha, no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, 
que a taxa de ocupação da rede hoteleira nas 12 cidades-sede na primeira semana do Mundial está 45% acima do esperado. Até o dia 11 de junho, foram registradas 340 mil diárias, 100 mil a mais que o previsto pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB). “Os números estão superando as expectativas”, afirmou o presidente da Embratur. 

O QUE DISSE O PRESIDENTE DA EMBRATUR

De acordo com Neto, a expectativa é que a realização de grandes eventos, como a Copa, ajudem a projetar o Brasil como destino turístico de destaque no cenário internacional, impulsionando a geração de emprego e renda no País. Entre os principais impactos positivos esperados pela Copa estão os gastos de turistas durante o evento. 

Como um todo, a Copa do Mundo deve somar cerca de R$ 30 bilhões à economia brasileira, segundo pesquisa daFundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) encomendada pelo Ministério do Turismo. 

DESTAQUE PARA O CRESCIMENTO DA REALIZAÇÃO DE EVENTOS NO BRASIL

Na coletiva, Vicente Neto ressaltou que o Brasil tem se destacado no cenário mundial de realização de eventos. O País subiu 10 posições no ranking da International Congress and Convention Association (ICCA) de 2003 a 2013, saltando da 19ª para a 9ª posição entre os países do mundo que mais recebem congressos e convenções associativas.

O total de eventos realizados no Brasil neste período saltou de 62 para 315, e o número de cidades que sediaram esses encontros aumentou de 22 para 54. Essa evolução é resultado da política de descentralização na captação de eventos internacionais.

Além do presidente da Embratur, participaram do evento os professores Pedro Trengrouse, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e Lamartine da Costa, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da University of East London. Eles discutiram os aspectos positivos e perspectivas críticas sobre a realização de megaeventos. “Se há um consenso entre os pesquisadores é que os megaeventos estão pagando pelo próprio sucesso”, afirmou Lamartine da Costa.

Fonte: Agência PT de Notícias

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